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Região dos Lagos

Conheça Bono, pentacampeão mundial de surfdog nas águas de Búzios

O Expedição Rio pegou carona na prancha do cachorro. Com 13 anos, Bono está se aposentando, mas a filha dele, Cacau, se prepara para assumir o posto. 'AU-AUTAS ONDAS!' Conheça Bono, pentacampeão mundial de surfdog

Conheça Bono, pentacampeão mundial de surfdog
Conheça Bono, pentacampeão mundial de surfdog

Nas águas buzianas de Geribá, um surfista atrai olhares e desperta curiosidades por onde passa com sua prancha. Na bagagem, 5 títulos mundiais e muitos petiscos. É Bono, pentacampeão de surfdog, ou surfe para cachorro.

O Expedição Rio foi até Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do RJ, para pegar onda com Bono — e sua prole. Com 13 anos, o veterano está se aposentando, mas seus tutores, os empresários Ivan Quintães e Camila Tani, já preparam a filha dele, Cacau, para assumir o posto. Muqueca, a "filha adotiva", completa o plantel.

Ivan diz que o mundial de surfdog acontece todo ano na Califórnia e reúne cerca de 80 animais de todos os cantos. "Tem uma categoria que nós surfamos juntos na mesma prancha e tem outra em que ele surfa sozinho, que ele já ganhou também", detalhou.

O tutor de Bono vem de uma família de surfistas e pegava onda desde cedo, "praticamente de fralda". E Bono também. "Ele subiu na prancha pela 1ª vez quando tinha uns 2 anos de idade. Foi impressionante a felicidade dele em cima da prancha. Começou a abanar o rabinho e a latir", lembrou Ivan.

"Descobri que tinha campeonato mundial na Califórnia, começamos a treinar e ganhamos a competição. Este ano faz 10 dez anos do 1º título mundial do Bono", emendou.

Bono também entrou para o Guinness, o livro dos recordes, pelas ondas surfadas por mais tempo. "A gente pegou 2 pororocas. Uma foi no Maranhão. Ficamos quase 9 minutos na mesma prancha. Resolvemos tentar uma onda maior e fomos para o Rio Amazonas. Pegamos uma onda por 33 minutos e 40 segundos. Mais de meia hora em cima de uma prancha!", narrou.

Tem técnica?

"Para você acostumar o cachorro, tem que ter uma premiação. Ele subiu na prancha? Você dá um petisco e faz um agrado para ele fazer a conexão que estar na prancha é legal", ensinou Ivan.

"Eles falam sem palavras, com pequenos gestos. A gente os chama de 'anjinhos de quatro patas'. A energia deles e a troca diária que eu tenho são privilégios. Quem não tem [cachorro] não sabe o quão bom é poder compartilhar nossa vida com eles", resumiu Camila.

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